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O que você precisa saber sobre viajar para o Eua 2022

By Larissa Bueno - março 01, 2022


Além das preocupações quanto a saúde e economia do país, o turismo também sofreu em consequência da pandemia que infelizmente ainda estamos vivenciando. Mas a boa notícia é que depois de mais de um ano com as fronteiras dos Eua fechadas para o Brasil, em novembro de 2021 foram abertas e eu pude sentir um pouco mais de alívio e esperança.

Para quem não sabe, meus pais moram nos Eua e durante toda a pandemia não pude ir visitá-los, embora existisse ainda uma segunda opção para entrar no país, que era fazer a quarentena em um outro país em que as fronteiras estivessem abertas. Mas infelizmente ficar em um hotel por 14 dias, sozinha e com todas as incertezas em relação a pandemia, não era algo tão simples de fazer. Esperamos confiantes em Deus de que logo as fronteiras estariam abertas, e a vacina também chegou nesse meio tempo.


Logo que as fronteiras abriram, eu já tinha tomado as duas doses da vacina e começamos a pesquisar passagens para finalmente pisar em solos norte americano. Não preciso dizer que os preços estavam um absurdo e não tinham tantas opções de voos também. Mas quando a esperança de ir para os Eua ainda em 2021 estava acabando, conseguimos encontrar uma passagem, que embora tivessem horas longas de espera, que coincidiu com meus planos e assim embarquei para os Estados Unidos no dia 22 de dezembro de 2021.

Os requisitos para viajar eram:
  • Apresentar o comprovante físico de vacinação das duas doses da vacina
  • Apresentar um resultado negativo do teste PCR ou Antígeno para o vírus nas últimas 24 horas em relação ao embarque
  • Além de claro ter o passaporte válido e visto americano em mãos
Como tive algumas dificuldades de encontrar voos direto para o Eua por conta dos preços elevados das passagens por dois motivos que eram: fronteiras tinham sido liberadas e festas de fim de ano, tive que fazer além das escalas nacionais, uma escala no Panamá que pra quem não sabe é um país que liga a América do sul a América central e mediante a isso também precisava apresentar um certificado internacional de vacinação ou profilaxia da febre amarela em que constava que eu havia tomado a vacina da febre amarela.

Para emitir esse certificado tive que preencher um formulário online no site do Governo e tive uma espera de 10 dias para receber o certificado através do e-mail cadastrado no formulário.

Todos esses documentos foram apresentados no meu check-in em São Paulo, de onde embarquei para o meu voo internacional. Além disso, também precisei preencher um outro formulário na fila do check-in que a própria companhia aérea disponibiliza com dados referentes a sua viagem, como onde, quantos dias, o que vai fazer, e outras informações sobre a sua chegada ao destino final. Acredito que essas informações constam na hora que você chega no Eua para fazer a imigração, ou seja, eles já possuem esses dados que você preencheu nesse formulário online.

O teste de covid que fiz foi o Antígeno pois era o único até então que saia o resultado em menos de 24h antes do embarque, por isso fiz o meu as 09h da manhã do dia da minha viagem (viajaria as 01h da madrugada) e peguei o resultado em 30 minutos através do email, não cheguei a imprimir pois fiz o teste e já fui para Curitiba fazer uma conexão minutos depois de ter feito o teste. Mas eles não ligam se estiver no seu celular apenas e não impresso, o importante mesmo é estar com o resultado negativo em inglês e português.

Depois de muitas horas de voos e muitas conexões cheguei nos Eua, diferentemente do que eu imaginava por estar na pandemia, todos os voos foram completamente lotados, mas tinha a exigência em todos eles de permanecer durante o voo com máscaras, mas os banheiros dos aeroportos possuem capacidade máxima permitida, o que por um lado é uma segurança a mais.

Assim que desembarquei (ás 12:00 horário local) no aeroporto internacional John F. Kennedy em NY, que era o meu destino final, fui imediatamente para a fila da imigração que por sinal estava imensamente enorme, tinham pelo menos umas 150 pessoas naquela fila  na minha frente e pouco mais do que isso atrás de mim minutos depois. Estava, sinceramente, um pouco tensa pois já tinha passado alguns perrengues durante a viagem (vou contar sobre isso em outro post) então eu só queria que aquela fila passasse bem rápido.

O tempo passou que eu nem percebi e quando vi, já tinha chegado a minha vez. O policial (não sei exatamente se é essa a profissão de quem fica na imigração mas foi a única palavra que passou pela minha cabeça) me pediu para abaixar a mascara para tirar uma foto para arquivo de imigração e me perguntou apenas quantos dias eu iria ficar e o que iria fazer, e assim que respondi ele simplesmente carimbou meu passaporte e passei adiante para finalmente pegar minha mala que havia sido despachada.

Particularmente imaginava que seria mais rigoroso no quesito saúde durante a viagem, como passar mais alcool, distanciamento social, mas foi bem tranquilo, o que me deixou um pouco assustada pois gente de todo o mundo estava ali. Talvez por terem a noção de que todo mundo estava vacinado e com o teste de covid em mãos com grifos na palavra negativo. 

Na hora de voltar também não foi diferente, precisei fazer outro teste de covid, novamente o antígeno pela rapidez do resultado no dia da minha viagem, pegando o resultado em mãos (impresso) em 20 minutos também negativo graças a Deus. Apresentei todos os documentos no aeroporto do JFK e não precisei mostrar em mais nenhum outro aeroporto. 

Resumindo: tirando o fato de estarmos de máscaras, teste de covid e comprovante de vacina, o processo continua da mesma forma, aeroportos sempre lotados, atrasos, demoras que sempre valem a pena quando existe um lugar para ir. Ansiosa para o próximo voo para o Eua, quem sabe sem pandemia.

Uma dica muito importante: se for fazer uma viagem muito longa durante a pandemia troque com frequência a máscara e se possível utilize outra por cima. Pois elas tendem a ficar bem úmidas por conta do ar condicionado e acaba incomodando.

Espero que tenham gostado desse post, em saber sobre como está sendo viajar durante a pandemia após a fronteira ter sido aberta para o Brasil, vou compartilhar em outros posts por aqui outros assuntos sobre essa viagem ao Eua e espero com todo o meu coração que vocês também gostem.

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Obrigada por ficar até aqui,
Com carinho, Lari.

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